Participe de uma ou mais aulas abertas da Pós-graduação lato sensu do Célia Helena!

 

Confira como foi a nossa programação:

Dia 19.02 – Pós-graduação em Direção e Atuação
das 10h às 13h – Práticas em direção e atuação: jogo e improvisação, um olhar para a cena, com Bete Dorgam (ver currículo no fim da página)
Aula presencial: Av. São Gabriel, 462, Itaim Bibi, São Paulo – SP

das 14h às 17h30 – Práticas em direção e atuação: abordagens textocentrica e cenocentrica
com Joana Dória (ver currículo no fim da página)
Aula presencial: Av. São Gabriel, 462, Itaim Bibi, São Paulo – SP

Dia 22.02 – Pós-graduação em Corpo: dança, teatro e performance
das 10h às 13h – Práticas e estudos corporais: improvisação: estratégias para mover
com Daniela Moraes (ver currículo no fim da página)
Aula presencial: R. Armando Penteado, 311, Pacaembu, São Paulo – SP

Dia 24.02 – Pós-graduação em Corpo: dança, teatro e performance

das 10h às 13h – Práticas e estudos corporais: pontos em vista: o corpo em múltiplas poéticas
com Kenia Dias (ver currículo no fim da página)
Aula presencial: R. Armando Penteado, 311, Pacaembu, São Paulo – SP

Dia 24.02 – Pós-graduação em Dramaturgia
19h30 às 21h30 – Bate-papo: dramaturgia hoje: o golpe no real
com Silvia Gomez (ver currículo no fim da página)
Aula on-line: Inscreva-se para receber o link de acesso

Currículos:

Bete Dorgam, atriz e professora na Escola Superior de Artes Célia Helena e na Escola de Arte Dramática (EAD-USP). Recebeu o prêmio Shell como melhor atriz em 2010 pelo espetáculo Casting, dirigido por Marco Antonio Rodrigues e o Qualidade Brasil como melhor atriz em comédia em 2014 pelo espetáculo Assim é se lhe parece, de L. Pirandello, dirigido por Marco Antonio Pâmio. É doutora em Artes Cênicas pela ECA-USP. Dirigiu espetáculos como “Era uma vez um tirano”, de Ana Maria Machado (Grupo Prole, 2018), “Contos de Cinco Cantos” (Cia.Tranquila,2016), o teleteatro “Fellini sobre as águas” (Direções, TV Cultura) e Uma Escada para a Lua (Direções, TV Cultura), “O Chá de Alice”, “O amor das três laranjas” (Itaú Cultural). Protagonizou o filme “Chamada a cobrar”, direção de Anna Muylaert.

Foto: Divulgação

Foto: divulgação

Joana Dória, atriz, encenadora e professora de teatro. Além do Brasil, realizou trabalhos artísticos na Alemanha e na Itália. É mestre em Artes Cênicas pela ECA-USP (2018). Formada no Teatro – Escola Célia Helena (2004), no bacharelado em direção teatral ECA/USP (2008), e na Pós Graduação Lato Sensu em Direção Teatral da Escola Superior de Artes Célia Helena (2013). Foi atriz de diversas peças, sendo as últimas: Chernobyl, texto de Florence Valéro e direção de Bruno Perillo e A filha da mãe, solo com texto e direção de Lívia Piccolo. Entre seus trabalhos como diretora, o mais recente foi o espetáculo JAZ, de Koffi Kwahulé, com a atriz Sofia Boito e performance vocal de Ligiana Costa.

Foto: Divulgação

Foto: divulgação

Daniela Moraes formou-se Bacharel em Dança pela Universidade Estadual de Campinas. Iniciou sua trajetória como intérprete com a coreógrafa Teresa Ranieri, numa residência artística no O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo, Portugal. Em São Paulo, já trabalhou com os diretores Henrique Lima, Ricardo Gali, Mauricio de Oliveira, Sandro Borelli, Jorge Garcia e Vanessa Macedo. Como criadora, foi contemplada com o ProAC Primeiras Obras de Dança com o projeto “Dellas17”, realizado em parceria com Layla Bucaretchi. “Dellas17” teve uma breve temporada de apresentações no estado de São Paulo, Paraná e realizou sua estreia internacional em Lisboa, a convite do (RE)union – Encontro Bianual de Artes Performativas, em 2018. Atualmente é intérprete da peça “À Mesa” de Henrique Lima, “Sampleando Homem Só” de Ricardo Gali, dirige junto de Layla Bucaretchi o trabalho “Dellas21”, dança a versão brasileira do trabalho “Replay”, do coreógrafo luso-brasileiro Renan Martins.

Foto: Divulgação

Kenia Dias é diretora, performer e professora de artes cênicas. Doutora em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestra em Arte e Bacharel em Interpretação Teatral/UnB. O foco de sua pesquisa está em investigar dramaturgias corporais para cena e analisar registros de processos de criação. Fundou e coordenou em parceria com Ricardo Garcia o estúdiofitacrepeSP-ateliê de som e movimento, um espaço independente de pesquisa e criação nas artes do som e da cena no período de 2014 a 2020. Ministrou aulas nos cursos de Atuação na SP Escola de Teatro (2014 a 2020) e foi coordenadora do curso nos anos de 2019 a 2021. Foi professora na Escola Livre de Teatro de Santo André/SP (2016 a 2018) e professora de Teoria e Prática Teatral na Universidade de Brasília (2005 a 2007). Dirigiu peças com formandos da Escola de Arte Dramática da USP nos anos de 2014, 2016 e 2018. Trabalha com diversos artistas e companhias de teatro e de dança, tais como: Grace Passô, Georgette Fadel, Dudude Herrmann, Márcio Abreu, Janaína Leite, Grupo Galpão/MG, Cia Os Cre.

Foto: Divulgação

Silvia Gomez é jornalista, dramaturga e roteirista, autora das peças teatrais Mantenha fora do alcance do bebê (ganhadora dos prêmios APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, na categoria de melhor dramaturgia, e Aplauso Brasil, em 2015), Neste mundo louco, nesta noite brilhante (indicação ao Prêmio Shell paulistano, na categoria melhor dramaturgia, em 2019), entre outras. Suas peças foram traduzidas para o espanhol, francês, sueco, alemão, inglês, italiano e mandarim, tendo sido encenadas e lidas em países como Bolívia, México, Inglaterra, Espanha, Escócia e Portugal. Desde 2017, dá aulas de dramaturgia em instituições como o Centro de Pesquisa Teatral (CPT-SESC) e o Núcleo de Dramaturgia SESI-SP.

Foto: Renato Nascimento

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