Escola de Teatro Célia Helena Notícias Graduandas do Célia Helena se preparam para intercâmbio em Portugal

Graduandas do Célia Helena se preparam para intercâmbio em Portugal

Alunas vão passar um semestre na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo

Em sua filosofia de ensino, o Célia Helena acredita que as trocas com escolas de artes de outros países enriquecem a formação do artista. É por isso que o Célia mantém parcerias com diversas instituições estrangeiras, sobretudo na Europa e nos Estados Unidos.

Em 2018, estas parcerias vão ficar ainda mais fortes, com duas alunas de graduação indo passar ao menos um semestre em Portugal, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Esmae), em Porto, para estudar interpretação. Carmen Estevez e Tayná Borovik Caldas se juntam a Júlia Prado, que estuda na instituição desde o segundo semestre de 2017.

A cidade do Porto, na região do Minho, norte de Portugal, que abriga a Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo

Para as novas intercambistas, a relação entre as culturas brasileira e portuguesa foi um dos pontos mais importantes para escolher Portugal como morada temporária. “Portugal e Brasil têm uma ligação histórica muito forte”, diz Tayná. “É interessante conhecer a nossa, entre aspas, primeira fonte de cultura.. querendo ou não, foram eles que trouxeram muita coisa pra cá.”

Carmen se empolgou com as boas notícias que tem ouvido recentemente sobre o país. “Eles estão passando por uma fase cultural muito interessante e, além disso, tive alguns professores de teatro que passaram pela Esmae e falaram muito bem de lá”, conta, ansiosa. Para ela, no entanto, o simples fato de passar um tempo fora do Brasil já é válido. “Estar vivendo um processo em outro país, conhecendo outras pessoas, já agrega muito”, conta. “O teatro é feito de pessoas.”

Tayná Borovik Caldas em apresentação de espetáculo no Célia Helena

Carmen Estevez (sentada) em cena de espetáculo no Célia

Estar na Europa tem um sabor especial para ambas. Tayná destaca a possibilidade de viajar para os países vizinhos e construir repertório ao ver espetáculos, conhecer artistas e histórias. “No Célia, faço iniciação científica com orientação do Manoel Candeias. Ele já morou em Portugal e, além disso, minha pesquisa é sobre o Domingos Montagner, que também viajou muito pela Europa a trabalho. Vai ser interessante ver de perto as referências que ele teve, ainda que as coisas tenham mudado por lá.” Com família na Espanha, Carmen deve passar uma temporada pesquisando o teatro espanhol.

Enquanto não chega a hora do embarque, as expectativas só crescem. Carmen conversou com Júlia, que segue para o segundo semestre consecutivo na Esmae e tem falado muito bem da experiência. Tayná pensa na viagem como uma grande troca. “Indo pra lá, eu levo um pouco do que conheço aqui do Brasil. Além disso, bebo da fonte deles, aprendo, depois volto aqui e passo as novidades para meus colegas, além de receber deles aquilo que perdi enquanto estive fora”, analisa. “Acho isso muito importante para um artista.”

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