Graduação

Inscrições abertas para o processo seletivo, nos dias 5, 6 e 7 de novembro

Aula aberta no dia 24 de outubro, às 15h

Clique aqui para se inscrever na aula aberta

Na faculdade de teatro, cinema e televisão Célia Helena você terá uma base prática e teórica como ator ou atriz, diretor de teatro, figurinista, cenógrafo, dramaturgo, entre outras atividades ligadas às Artes Cênicas.

Para estimular a prática da atuação, o Célia Helena promove ações diferenciadas e atividades complementares, além das disciplinas regulares, com o objetivo de incentivar os alunos a vivenciarem diferentes campos de atuação na prática.

grade de matérias contempla diversas disciplinas como Interpretação, Corpo, Voz, Jogos de Teatro, entre outros conteúdos que tornam a aula de teatro um espaço de permanente reflexão e experimentações.

A partir do segundo semestre, você participa dos Exames Abertos, que consiste na apresentação de uma peça aberta ao público. Essa montagem é o resultado dos estudos realizados ao longo de cada semestre com sua turma e a orientação dos professores.

O curso prevê, além das disciplinas regulares, estágio supervisionado e atividades complementares obrigatórias, com o objetivo de aproximar os alunos da realidade profissional e social, com aquisição de referências e de conteúdos abrangentes. Para reafirmar a investigação, a criatividade originária e a autonomia, incentiva os alunos a desenvolverem pesquisas na área de Iniciação Científica.

Corpo docente

Professores de artes, teatro, cinema e televisão compartilham suas experiências profissionais na prática da atuação na cena. Os artistas-pesquisadores que formam o corpo docente do Célia Helena têm destaque no mercado do das Artes da Cena.

Os professores realizam exercícios de improvisação, jogos dramáticos e montagens com foco no ensino de interpretação, entendendo a formação de ator e atriz como um processo pedagógico de responsabilidade social.

espaço físico é constituído por ambientes adequados às aulas práticas e teóricas: dois Laboratórios de Artes para apresentações de alunos ao público externo, estúdio para aulas de Interpretação para Câmera, Laboratório de Informática, Sala de Estudos e Biblioteca.

O Célia Helena dispõe de políticas de apoio ao estudante. Entre elas, programas federais como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – FIES. Para solicitá-lo, o aluno deve se inscrever diretamente no site do Ministério da Educação – MEC.

A ESCH tem ainda, como linha de ação, o desenvolvimento de práticas que possibilitem a continuidade dos estudos dos alunos formados e a atuação com competência nos segmentos da Arte por meio de seus cursos de pós-graduação lato sensu e Mestrado Profissional.

Agora você escolhe a modalidade do curso:

Bacharelado   Licenciatura

Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 3884-8294, WhatsApp (11) 94196-1553 ou pelo e-mail contato@celiahelena.com.br

LÍGIA CORTEZ

Lígia Cortez é atriz, diretora teatral, arte-educadora, professora e pesquisadora. Graduou-se em Arte-Educação (Licenciatura) e é doutoranda no programa de pós-graduação em Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, sob orientação do Prof. Dr. Jorge Mattos Brito de Almeida. Coordenou as atividades teatrais do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM (1999 a 2010) e a implantação de atividades artísticas em instituições do terceiro setor (Fundação Gol de Letra; Arte Despertar e POF). Em teatro, como atriz, integrou o Grupo de Teatro Macunaíma e ganhou o Prêmio APCA na categoria de atriz revelação por “Nelson 2 Rodrigues”, sob a direção de Antunes Filho. Ganhou o prêmio Mambembe 99, na categoria atriz coadjuvante por “Cacilda!”, texto e direção de Zé Celso Martinez Corrêa no Teatro Oficina; Foi indicada ao Prêmio Shell de melhor atriz por “A entrevista”, de Samir Yazbek e, em 2013, pela peça “A dama do mar”, de Susan Sontag, com direção do americano Bob Wilson. Dirigiu “Um céu de estrelas”, adaptação do livro de Fernando Bonassi, (prêmio Jornada SESC de Teatro de 1996), e “Estrelas do Orinoco”, de Emilio Carballido, no CCBB. Em televisão atuou na TV Globo nas novelas: “Esperança”, de Benedito Ruy Barbosa, “Páginas da Vida”, de Manoel Carlos, “Sete Pecados”, de Walcyr Carrasco, “Ana Raio e Zé Trovão”, de Marcos Caruso. Em cinema, participou dos longas-metragens “Vida de menina”, da diretora Helena Solberg, “A causa secreta” e “Cronicamente inviável”, do diretor Sérgio Bianchi, “O Príncipe”, do diretor Ugo Giorgetti, “Bonitinha, mas ordinária”, de Moacir Góes, além de vários curtas-metragens.