Graduação

O curso de teatro da Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH) proporciona uma formação técnica e artisticamente qualificada para o exercício profissional na função de ator e atriz com a possibilidade de trabalhar em teatro, televisão, cinema e outras plataformas audiovisuais, inclusive com habilidades para o exercício de práticas não formais de ensino do teatro.

            Processo seletivo 8/12

 Informações do curso
InícioFevereiro de 2019
Dia e horárioMatutino (8h15 às 13h)
ou noturno (19h às 23h)
Duração6 semestres (3 anos)
LocalAv. São Gabriel, 462 – Itaim Bibi

Processo Seletivo para novas turmas do primeiro semestre de 2019: 8 de dezembro, às 15h.

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail contato@celiahelena.com.br ou telefone (11) 3884-8294.

Com conceito máximo de ensino avaliado pelo Ministério da Educação, a faculdade de teatro une teoria e prática e o aluno recebe instrumentos que o auxiliam na sua trajetória. O trânsito entre os variados campos das artes – dramaturgia, ensino, atuação para câmera, cenografia, figurino, produção, direção e coordenação de processos artísticos – asseguram a elaboração e realização de projetos de expressão local. Ao compartilhar a experiência da pluralidade das linguagens, a partir do sistema de fundamentação Stanislávski, ao mesmo tempo que fortalece a coletividade, permite ao indivíduo seu próprio desenvolvimento como sujeito de seu processo de formação.

No ambiente de ensino, o aluno participa de ações que promovem e abrem perspectivas para a atuação em audiovisual (Mostra de Atores do Célia Helena), em teatro (Estúdio da CenaProjeto Conexões), apresentações públicas expandidas em teatros profissionais da cidade de São Paulo (Exames Abertos) e na prática da linguagem teatral no ensino não formal.

O curso de teatro, cinema e televisão da ESCH busca fortalecer, por meio da sua pedagogia fundamentada no sistema Stanislávski, ensino e aprendizagem que incorporem a produção de conhecimentos significativos nas áreas de atuação, orientando-se pela capacitação artística e técnica, estimulando a autonomia, a liberdade de pensamento e a capacidade crítica.

Ao longo do aprendizado, a disciplina de Interpretação, conduzida por professores com expressiva carreira profissional na cena artística, introduz o aluno à fundamentação de experiências cênicas diversas. De forma contínua, mantém componentes curriculares que dialogam com as demandas profissionais nas áreas de Atuação para Câmera e Expressão Musical.  A grade curricular da ESCH oferece disciplinas inovadoras para maior abrangência dos estudos (Teatro Latino-Americano, Danças Brasileiras, Libras, Ensino do Teatro).

Ao final dos três anos de curso, divididos em seis semestres, o aluno recebe o título de Bacharel em Teatro e, após a chancela do diploma pela Universidade de São Paulo (USP), pode requerer o registro profissional (DRT) ao Ministério do Trabalho.

Com mais um ano e meio de estudos, alunos da faculdade de teatro podem se especializar em um dos cursos de Pós-Graduação lato sensu programados pela ESCH.

            Processo seletivo 8/12

 

 

Confira o edital do processo seletivo 2019 clicando aqui.

faculdade de teatro do Célia Helena realiza anualmente um Processo Seletivo para o curso de Teatro em nível de Graduação. A escola oferece aulas de artes cênicas para formação de atores com a possibilidade de trabalhar em teatro, TV, cinema e web.

Processo Seletivo acontece anualmente em outubro e possuí 3 etapas, todas realizadas em um único dia:
– redação
– dinâmica em grupo
– entrevista com a coordenação

Pré-requisitos para iniciar a faculdade de teatro
– Ensino médio concluído

Documentos exigidos no momento da inscrição
– Cópia da identidade com foto
– Uma foto 3×4
– Comprovante de transferência ou depósito do valor da taxa de inscrição

Sistema de avaliação
Para cada prova será atribuída uma nota de 0 (zero) a 5 (cinco) pontos. A nota final será calculada pela média aritmética entre as notas obtidas pelo candidato em todas as provas. Caso seja do interesse do candidato, será possível também requisitar o aproveitamento da nota obtida no ENEM. Para isso, é necessário apresentar no ato da inscrição o boletim do ENEM, desde que tenha sido realizado nos últimos cinco anos.

Documentos para matrícula, em caso de aprovação:
– Comprovante de pagamento da 1ª parcela da semestralidade
– Entrega da documentação junto a Secretaria

Dúvidas e valores das mensalidades do curso de teatro:
(11) 3884-8294 ou contato@celiahelena.com.br

A Matriz Curricular está organizada de forma a permitir a articulação e o diálogo dos diferentes conteúdos e atividades previstos nos eixos interligados de formação, contemplando estudos práticos e teóricos.

O curso prevê na sua matriz curricular Estágio Supervisionado e Atividades Complementares obrigatórios.

Disciplinas

• Fundamentos da Interpretação
• Estudo e Prática Vocal
• Estudo e Prática Corporal
• Introdução à Atuação para Câmera
• Jogos e Pedagogia Teatral
• Expressão Musical
• Improvisação
• História do Teatro Brasileiro
• História do Espetáculo Teatral
• História do Teatro
• Introdução à Análise do Texto Teatral
• Interpretação
• Técnica de Expressão e Comunicação em Multimídia
• Construção da Dramaturgia
• Danças Brasileiras
• Poéticas da Atuação
• Estética
• Teatro Latino-Americano
• Projeto de Encenação
• Ética e Estudos Sobre o Ensino do Teatro
• Caracterização Cênica e Figurino
• Cenografia e Espaço Cênico
• Legislação e Produção Teatral
• Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS

O Célia Helena dispõe de políticas de apoio ao estudante. Entre elas, programas federais como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – FIES. Para solicitá-lo, o aluno deve se inscrever diretamente no site do Ministério da Educação – MEC.

LÍGIA CORTEZ

Lígia Cortez é atriz, diretora teatral, arte-educadora, professora e pesquisadora. Graduou-se em Arte-Educação (Licenciatura) e é doutoranda no programa de pós-graduação em Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, sob orientação do Prof. Dr. Jorge Mattos Brito de Almeida. Coordenou as atividades teatrais do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM (1999 a 2010) e a implantação de atividades artísticas em instituições do terceiro setor (Fundação Gol de Letra; Arte Despertar e POF). Em teatro, como atriz, integrou o Grupo de Teatro Macunaíma e ganhou o Prêmio APCA na categoria de atriz revelação por “Nelson 2 Rodrigues”, sob a direção de Antunes Filho. Ganhou o prêmio Mambembe 99, na categoria atriz coadjuvante por “Cacilda!”, texto e direção de Zé Celso Martinez Corrêa no Teatro Oficina; Foi indicada ao Prêmio Shell de melhor atriz por “A entrevista”, de Samir Yazbek e, em 2013, pela peça “A dama do mar”, de Susan Sontag, com direção do americano Bob Wilson. Dirigiu “Um céu de estrelas”, adaptação do livro de Fernando Bonassi, (prêmio Jornada SESC de Teatro de 1996), e “Estrelas do Orinoco”, de Emilio Carballido, no CCBB. Em televisão atuou na TV Globo nas novelas: “Esperança”, de Benedito Ruy Barbosa, “Páginas da Vida”, de Manoel Carlos, “Sete Pecados”, de Walcyr Carrasco, “Ana Raio e Zé Trovão”, de Marcos Caruso. Em cinema, participou dos longas-metragens “Vida de menina”, da diretora Helena Solberg, “A causa secreta” e “Cronicamente inviável”, do diretor Sérgio Bianchi, “O Príncipe”, do diretor Ugo Giorgetti, “Bonitinha, mas ordinária”, de Moacir Góes, além de vários curtas-metragens.

DR. DAVES OTANI

Ator e professor, é também diretor teatral. Doutor (2012) em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na área de Interpretação Teatral, mestre em Artes (2005) e bacharel em Artes Cênicas pela mesma universidade (1996). Atualmente é coordenador de graduação e coordenador geral de pós-graduação da Escola Superior de Artes Célia Helena.

Desde 2010, é professor da mesma instituição no curso de bacharelado em Teatro. É responsável pelas disciplinas Seminários Experimentais e Direção de Interpretação na pós-graduação em Direção Teatral (da qual é assistente de coordenação desde 2011 e coordenador pedagógico desde 2012); Seminários de criação: processos criativos e Atividades orientadas: estudos dirigidos na pós-graduação em Arte e Educação; Improvisação na pós-graduação em Corpo: Dança, Teatro e Performance.

Orienta trabalhos de conclusão de curso prático-teóricos nas pós-graduações lato sensu citadas e iniciações científicas na graduação. É um dos fundadores do grupo de pesquisa cênica Boa Companhia, onde trabalha há 20 anos como ator e gestor, também como iluminador e professor em workshops e cursos ligados a linguagem do grupo; dirigiu, em parceria com Eduardo Osorio, o espetáculo “Portela, Patrão; Mário, Motorista” (2009), produzido pela Boa Companhia. Atua no espetáculo “Primus” (1999) há mais de 15 anos, produzido pela Boa Companhia e que esteve no exterior e em diversos Estados do Brasil.

Tem experiência na área de Artes/Teatro, com ênfase em Interpretação e Improvisação Teatral, atuando principalmente nos seguintes temas: improvisação, intérprete, espetáculo teatral, dramaturgia de imagens, coreografia/corpografia e pedagogia teatral.

DR. DAVES OTANI – JOGOS E PEDAGOGIA TEATRAL

Ator e professor, é também diretor teatral. Doutor (2012) em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na área de Interpretação Teatral, mestre em Artes (2005) e bacharel em Artes Cênicas pela mesma universidade (1996). Atualmente é coordenador de graduação e coordenador geral de pós-graduação da Escola Superior de Artes Célia Helena.

Desde 2010, é professor da mesma instituição no curso de bacharelado em Teatro. É responsável pelas disciplinas Seminários Experimentais e Direção de Interpretação na pós-graduação em Direção Teatral (da qual é assistente de coordenação desde 2011 e coordenador pedagógico desde 2012); Seminários de criação: processos criativos e Atividades orientadas: estudos dirigidos na pós-graduação em Arte e Educação; Improvisação na pós-graduação em Corpo: Dança, Teatro e Performance.

Orienta trabalhos de conclusão de curso prático-teóricos nas pós-graduações lato sensu citadas e iniciações científicas na graduação. É um dos fundadores do grupo de pesquisa cênica Boa Companhia, onde trabalha há 20 anos como ator e gestor, também como iluminador e professor em workshops e cursos ligados a linguagem do grupo; dirigiu, em parceria com Eduardo Osorio, o espetáculo “Portela, Patrão; Mário, Motorista” (2009), produzido pela Boa Companhia. Atua no espetáculo “Primus” (1999) há mais de 15 anos, produzido pela Boa Companhia e que esteve no exterior e em diversos Estados do Brasil.

DRª. ELISABETE VITÓRIA DORGAM MARTINS – POÉTICAS DA ATUAÇÃO

Possui mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo – USP (1983) e doutorado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (2004). É atriz e diretora teatral. Foi vice-diretora da EAD/ECA – USP e do Teatro da Universidade de São Paulo – TUSP. Atualmente é docente na área de Interpretação na Escola Superior de Artes Célia Helena, na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo e Artista Formadora na área de Humor na SP Escola de Teatro.

DRª. KARINA ALMEIDA – ESTUDO E PRÁTICA CORPORAL

Karina Almeida é bailarina, coreógrafa e professora de dança contemporânea, interessada em processos colaborativos de criação. Bacharel e Licenciada em Dança pela Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. Mestra e Doutora em Artes da Cena pela Unicamp. Desenvolveu parte de sua pesquisa de doutorado nos Estados Unidos, na Barnard College Department of Dance, Columbia University, na cidade de Nova York, sob orientação da Profa. Dra. Lynn Garafola. Em sua trajetória como bailarina, destacam-se os projetos que foram desenvolvidos com a Companhia Terraço Teatro (Campinas, SP), de 2005 a 2010, e os que desenvolveu com a Seis + 1 cia. de dança, de 2007 a 2017. Foi professora convidada (de agosto a dezembro de 2016) e professora especialista visitante no Curso de Graduação em Dança da Unicamp (de agosto a dezembro de 2017). Desde 2017 é professora de Estudo e Prática Corporal na Escola Superior de Artes Célia Helena.

DRª. LIANA FERRAZ – ESTUDO E PRÁTICA VOCAL

Professora da Escola Superior de Artes Célia Helena. Doutora em Artes da Cena pela Unicamp e bacharel em Artes da Cena pela mesma instituição. Realizou durante a graduação dois trabalhos de Iniciação Científica, sendo um deles premiado como melhor trabalho do Instituto de Artes do ano de 2008. Em 2009, ingressou no programa de pós-graduação da Unicamp para cursar o Mestrado em Artes e em 2010 obteve passagem para o doutorado direto.

Durante o período de pós-graduação, realizou dois estágios docentes, publicou artigos e manteve seu trabalho com o grupo Estação Teatro onde atuou como atriz e dramaturga. Além disso, possui graduação em Nutrição pela Universidade Federal do Paraná (2003). Curso incompleto de Artes Cênicas – Interpretação Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná.

DR. MANOEL CANDEIAS – HISTÓRIA DO TEATRO BRASILEIRO

Possui graduação em Comunicação Social Jornalismo – FIAM-FAAM – Centro Universitário (1998), mestrado em Artes pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp (2007) e doutorado em Artes da Cena pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp (2013). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: Teatro Brasileiro, Teatro Contemporâneo, Montagem, Teatro Ocidental e Dramaturgia.

DR. MARCOS BARBOSA DE ALBUQUERQUE – HISTÓRIA DO ESPETÁCULO TEATRAL E HISTÓRIA DO TEATRO

Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Ceará (2000), mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (2003) e doutor em Artes Cênicas também pela Universidade Federal da Bahia (2008). Possui experiência na área de Artes, com ênfase em Dramaturgia, atuando principalmente nos seguintes temas: Dramaturgia, Roteiro de Audiovisual, Teatro e Tradução.

DRª. SONIA GOUSSINSKY – EXPRESSÃO MUSICAL I E II E ESTUDO E PRÁTICA VOCAL

Sonia Goussinsky é cantora, professora e pesquisadora, natural de São Paulo. Graduou-se pelo Instituto de Artes da UNESP, obtendo o bacharelado em música com habilitação em canto. Posteriormente, residiu por nove anos na Europa, onde concluiu a pós-graduação em Música Antiga (na Guildhall School of Music and Drama de Londres) e o mestrado (no Trinity College of Music de Londres), além de frequentar cursos e atividades dos Conservatórios de Marselha e de Aix-en-Provence. Recebeu o título de doutora em 2013 pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, defendendo sua tese sobre as memórias do cantar ídiche no Brasil.

A experiência e interesse que tem desenvolvido como cantora, em atividades de performance, de pesquisa e didáticas, incluem o contato com múltiplos elementos referentes à esfera artística.

Tem trabalhado como docente em cursos de graduação e pós-graduação de importantes instituições de ensino superior do estado de São Paulo. Atualmente, ministra aulas nas disciplinas de expressão musical, metodologia científica e voz na Escola Superior de Artes Célia Helena, nos cursos de graduação e pós-graduação. Na Fundação Instituto Tecnológico de Osasco leciona disciplinas práticas, relacionadas à música e à voz, bem como teóricas, como história da música e orientação de trabalhos de pesquisa científica em artes.

Integra também o corpo profissional do Musicalis Núcleo de Música em São Paulo. Como artista tem se apresentado acompanhada por diversas formações musicais, em repertório variado que conta com canções do Renascimento até a música étnica judaica e a música erudita brasileira.

DRª. SÔNIA MACHADO DE AZEVEDO – ESTUDO E PRÁTICA CORPORAL

Doutora em Artes. Possui graduação em Teatro pela Universidade de São Paulo – USP (1972), mestrado em Artes pela Universidade de São Paulo (1989) e doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (2005), com formação em Dança Moderna pela Escola Arte do Movimento (1979).

Tem experiência na área de Artes, com ênfase no ensino do teatro, teatro, dança, performance e trabalhos de corpo voltados à atuação do ator; professora e intérprete, pesquisa a arte enquanto possibilidade de transformação humana. Tem livros publicados e artigos em livros técnicos e de teoria teatral e em revistas ligadas às universidades públicas.

É membro do conselho editorial da revista Olhares, da ESCH-SP e da revista Urdimento, da UDESC-SC. Dedica-se também à ficção e à dramaturgia. Desde 2004, coordena a Equipe de Capacitação do Projeto Viva Arte, da Secretaria de Cultura de São Caetano do Sul – SECULT. Atualmente investiga a recepção estética das obras de arte presenciais.

ME. HUGO VILLAVICENZIO – TEATRO LATINO-AMERICANO

Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo (1982) e mestrado em Artes pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2012). Atualmente é professor da Escola Superior de Artes Célia Helena – ESCH e professor de História das Artes Cênicas no Teatro-escola Célia Helena. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro hispano-americano, teatro latino-americano, teatro brasileiro e teatro espanhol.

ME. FABIO CANIATTO – POÉTICAS DA ATUAÇÃO

Bacharel em Artes Cênicas e Mestre em Artes pela UNICAMP. Foi Orientador de Artes Cênicas, Produtor e Coordenador do Teatro Popular do SESI Rio Claro -SP, formador de professores do CENPEC- SP, Orientador Artístico do Programa Teatro Vocacional (Secretaria Municipal de Cultura – SP) e Ademar Guerra (Sec. Est. de Cultura – SP), Diretor de Cena do Programa Fabricas de Cultura (Sec. Est. de Cultura – SP) e docente no Grupo Educacional HOTEC São Paulo. Foi ator da Pia Fraus Teatro por onze anos e participou de festivais nacionais e internacionais como o Bonecos Canela, Festival de Almagro – La Mancha – Espanha, Festival de Teatro de Bonecos “Espetáculo Interesse” em Ostrava – República Tcheca e Mostra Internacional das Aulas de Teatro Universitário – Espanha.

Foi ator da série infantil Que monstro te mordeu (TV Cultura/Primo Filmes). Dirigiu 22 espetáculos e esteve diretamente ligado a criação de luz de todos eles. Atualmente é Orientador Artístico/Técnico e Light Designer do Programa Fábricas de Cultura (Secretaria de Estado de Cultura – SP), Diretor Assistente de Chico Pelúcio na adaptação da ópera Pagliacci, nova montagem da “Cia La Mínima” e professor de Interpretação Dramática do Célia Helena Centro de Artes e Educação.

MA. ANDRÉA SOARES – DANÇAS BRASILEIRAS

Mestre em Estética e História da Arte pelo Programa de Pós-Graduação Interunidades da USP, é graduada em Licenciatura em Educação Artística, com habilitação em artes cênicas, também pela USP. Atua como bailarina, atriz, cantora, diretora artística e pesquisadora das culturas populares tradicionais brasileiras no âmbito das suas expressões espetaculares. Desenvolve pesquisa que concatena a transdisciplinaridade artística em função do corpo expressivo, buscando a conexão entre tradição popular brasileira e contemporaneidade.

Está na fase final da Formação Profissional em Eutonia, um dos sistemas de educação somática que, juntamente com a Técnica Klauss Vianna fundamenta sua pesquisa para as artes do espetáculo, que já rendeu trabalhos contemplados pelos Prêmios Funarte Klauss Vianna 2006; Funarte Myriam Muniz 2006 e Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo-2007 e Funarte Petrobrás Klauss Vianna de Dança 2012. É diretora artística do Núcleo Pé de Zamba, onde desenvolve, na prática, a referida pesquisa.

DRª. YONARA DANTAS – ESTÉTICA

Desenvolve pesquisa na interface entre o teatro e a psicologia social. É doutora em Psicologia pela USP, com uma tese sobre o conceito de indivíduo na peça Fim de Partida, de Samuel Beckett. Mestre em Psicologia pela USP, com uma pesquisa sobre a instrumentalização do teatro na educação escolar. Graduada em Psicologia pela UFSJ, com iniciação científica a respeito de experiência estética. Atriz em formação no curso profissionalizante do Célia Helena. É Assessora da Direção no Célia Helena e compõe a Coordenação Editorial da Revista Olhares.

MA. ILKA DE ALCÂNTARA – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS

Possui graduação em fonoaudiologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP (1987), mestrado em Distúrbios da Comunicação Humana pela PUC-SP (2000), além de especialização em Linguagem e Voz. Atua como fonoaudióloga escolar do IESP/DERDIC-PUC-SP e como fonoaudióloga clínica. Tem experiência na área de Distúrbios e Aquisição de Linguagem, Surdez e Língua Brasileira de Sinais. Atualmente ministra aulas de Libras na ESCH, com ênfase no aspecto de expressividade vinculada à formação do ator.

ME. SERGIO AUDI – JOGOS E PEDAGOGIA TEATRAL

Mestre em Artes Cênicas pela Escola de comunicações e Artes – ECA. Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Cinema pela USP. É diretor, ator, fundador do Coletivo de Teatro Núcleo 2. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Direção e Interpretação Teatral, atuando principalmente nos seguintes temas: popularização do Circuito Cultural, Teatro Épico, Música Popular, direção de Atores, Teatro Físico. É preparador e diretor de atores para Cinema.

ME. SAMIR YAZBEK – CONSTRUÇÃO DA DRAMATURGIA

Samir Yazbek é dramaturgo e diretor teatral. Mestre em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) pela Universidade de São Paulo (2017). Bacharel em Cinema pela Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo (1990). Consolidou sua formação teatral e dramatúrgica com o diretor Antunes Filho, no Centro de Pesquisa Teatral do Serviço Social do Comércio, em São Paulo (1997). Escreveu O Fingidor (Prêmio Shell 1999 de melhor autor), A Terra Prometida (entre os dez melhores espetáculos de 2002, segundo O Globo), A Entrevista (2004), As Folhas do Cedro (Prêmio APCA 2010 de melhor autor) entre outras peças. Escreve artigos para a imprensa, participa de festivais, ministra palestras, cursos e oficinas de dramaturgia no Brasil e no exterior. Fez conferências em Cádiz (Espanha), Londres (Inglaterra) e Minnesota (EUA). Teve alguns de seus textos publicados (e encenados) não somente no Brasil, mas em Bolívia, Cuba, França, Inglaterra, México, Polônia e Portugal. É um dos coordenadores e professores da Pós-Graduação Lato Sensu em Dramaturgia e do Mestrado Profissional em Artes da Cena da Escola Superior de Artes Célia Helena, em São Paulo.

ESPECIALISTA LILIAN SARKIS – LEGISLAÇÃO E PRODUÇÃO TEATRAL

Atriz, produtora e diretora de produção. Tem especialização em “Fundamentos da Arte” e Graduação em Letras pela UNESP. Fez o curso de formação de ator da Escola de Arte Dramática da ECA – USP. Atuou como atriz sob a direção de Iacov Hillel, Roberto Lage, Paulo Yutaka, Maria Lucia pereira, Francisco Medeiros entre outros. Desde 1995 trabalha com a cantora Fortuna, tendo produzido CDs e DVDs. Desde 2000, atua junto à direção do Teatro-escola Célia Helena, primeiro como coordenadora do curso profissionalizante de Formação de Ator e depois como supervisora das atividades técnicas do Teatro Célia Helena.

ESPECIALISTA JOANA DÓRIA DE ALMEIDA – INTERPRETAÇÃO

Possui graduação em Artes Cênicas com habilitação em direção teatral pela Universidade de São Paulo (2008), especialização em Direção Teatral pela Pós-Graduação Lato Sensu da Escola Superior de Artes Célia Helena (2013) e é mestre no programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da ECA-USP. É atriz, performer, encenadora, professora e diretora artística da Cia. Temporária de Investigação Cênica. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Cênicas, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro, performance, encenação e interpretação teatral.

ESPECIALISTA FERNANDO NITSCH – INTERPRETAÇÃO

Diretor, ator, professor e dramaturgo. Formado pelo Teatro-escola e pós-graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena.

Como diretor, seus últimos trabalhos foram em: Kabaret K, de Karl Valentin; Teatro nosso de cada dia, assinando a codireção com Celso Frateschi; O mestre de obras, texto de Julio Santi e Novos velhos dias, texto de Reinaldo Maia. Atuou em espetáculos de grupos relevantes da cidade de São Paulo como o Grupo Folias em peças como Nada mais foi dito nem perguntado e Pavilhão 5, Cia Elevador de Teatro Panorâmico em Amor de improviso e Crônicas de um teatro ambulante. Ainda como ator participou dos elencos de vários espetáculos, entre eles: Single Singers Bar, músicas de Cole Porter, Gershwin e Kurt Weill, versões de Claudio Botelho e Carlos Rennó, direção de Dagoberto Feliz; Ricardo III, de William Shakespeare, com direção de Marcelo Lazaratto; Coelho Branco, Coelho Vermelho, de N. Soleimanpour; Estação Paraíso/12, texto e direção de Celso Frateschi; A tempestade, de William Shakespeare com direção de Marcelo Lazaratto; A revolução dos bichos, adaptação de Peter Hall para o livro de George Orwell, pelo festival da Cultura Inglesa; Ceci beijou Peri, e aí José?, texto e direção de Reinaldo Maia; A louca de Chaillot, de Jean Giraudoux, com direção de Ruy Cortez; com Cleyde Yáconis, Luis Damasceno entre outros.

Em televisão protagonizou a série Gigantes do Brasil, personagem Martinelli, que estreou no History Channel, em 2016. Desde 2014, desenvolve roteiros para eventos, tendo efetuado parcerias com empresas como Serasa, Vivara, entre outras. Escreveu a peça Os Maus, com estreia confirmada para março de 2017, onde também assina a direção.

ESPECIALISTA ATILIO BELINE VAZ – CARACTERIZAÇÃO CÊNICA E FIGURINO

Cenógrafo, figurinista, visagista, arte-educador e pesquisador de teatro. Possui especialização em Direção Teatral pela ESCH. Possui Graduação em Artes Visuais, Pintura, Gravura e Escultura (Licenciatura plena) pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Tem formação como ator pela Escola de Arte Dramática – EAD/ECA – USP. Como ator, participou dos grupos de teatro: Cia SP-Brasil; Trupe de Atmosfera Nômade, dirigido por Christiane Paoli-Quito. É integrante do Grupo Teatral Folias D’Arte desde 1996.

ME. ULISSES COHN – CENOGRAFIA E ESPAÇO CÊNICO

Estudou no Teatro-escola Célia Helena. Membro da The Society of British Theatre Designers – SBTD. Membro da Organisation Internationale des Scénographes, Techniciens et Architectes de Théatre – OISTAT. Membro fundador do grupo Cenografia Brasil. Coordenador do Curso de Teatro do Museu de Arte Moderna – São Paulo (1999-2002).

De 1982 a 1985 foi membro do Grupo Macunaíma, dirigido por Antunes Filho. Como artista plástico expõe desde 1992. Tem intensa produção como cenógrafo. Criou cenários de espetáculos com diretores teatrais como Marco Antonio Rodrigues, Flávio de Souza, Roberto Lage, Fauzi Arap, Nydia Licia, Marcelo Lazzaratto, Lígia Cortez, Nelson Baskerville, Ariela Goldman, Nilton Bicudo, Cibele Forjaz, Sérgio Ferrara, Bete Coelho, Reinaldo Maia, Cássio Scapin, Cleyde Yáconis, Aimar Labaki, Marco Antonio Braz, Daniel Filho e Elias Andreato.

MA. SIMONI BOER – INTERPRETAÇÃO

Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas/Unicamp (1990), especialização em Arte Integrativa pela Universidade Anhembi Morumbi (2007) e mestrado em Comunicação Contemporânea pela Universidade Anhembi Morumbi (2013). É atriz de teatro, tendo trabalhado com Neyde Veneziano, Gianni Ratto, Jandira Martini, Eduardo Tolentino de Araújo e Marco Antônio Rodrigues, entre outros. Ministrou aulas e encenou um espetáculo como professora convidada da Escola Superior de Educação de Coimbra, em Portugal (2010). Tem experiência de mais de 18 anos no ensino superior teatro, com ênfase em Formação do Ator, Interpretação e Direção Teatral.

A Escola Superior de Artes Célia Helena – ESCH iniciou suas atividades acadêmicas no ano de 2008 com a implantação do curso de Teatro, na modalidade bacharelado. Com sede no município de São Paulo, é mantida pela Associação de Arte e Ensino Superior, entidade jurídica de direito privado sem fins lucrativos. Em 2015, a ESCH foi avaliada com o conceito máximo de excelência de ensino pelo Ministério da Educação.

A Escola Superior de Artes Célia Helena foi criada como consequência natural do trabalho artístico e pedagógico de Célia Helena e sua filha Lígia Cortez. Atrizes que sempre reconheceram a importância da formação de uma equipe de professores em que, pesquisadores e artistas atuantes e envolvidos com a cena artística, são essenciais para a formação do ator/atriz. Coerente com a origem de sua criação, o corpo docente da ESCH tem reconhecida carreira profissional como encenadores, atores, figurinistas, produtores culturais, bailarinos, performers, dramaturgos.

Para a continuidade e permanência de ex-alunos no âmbito acadêmico, a ESCH oferece programas que contemplam a prática sistemática em núcleos de pesquisa e estudos continuados nos cursos de Extensão, Pós-graduação lato sensu e Mestrado Profissional.

O curso de Teatro em nível superior foi criado graças à vasta experiência na área artístico-teatral acumulada pelo Teatro-escola Célia Helena, escola técnica de formação de ator, fundada em 1977 pela atriz Célia Helena. A ideia inicial e pioneira da atriz era a de criar uma escola que pudesse preparar e formar jovens atores – objetivo que vem se concretizando até os dias de hoje.

A autorização inicial de funcionamento da Escola Superior de Artes Célia Helena foi aprovada por unanimidade pelo plenário do Conselho Nacional de Educação – CNE, órgão do Ministério da Educação, em virtude do conceito máximo atribuído ao curso pela comissão de especialistas, fruto do pleno atendimento aos indicadores de qualidade para os cursos de Teatro.

A homologação da decisão do CNE pelo senhor Ministro da Educação encontra-se expressa nas seguintes portarias: Portaria nº. 106, de 18/01/2008, publicada no Diário Oficial da União de 21/01/2008, relativa ao credenciamento da instituição e Portaria nº. 95, de 08/02/2008, publicada no Diário Oficial de 11/02/2008, referente à autorização de funcionamento do curso.

NORMAS GERAIS

  • Avaliação externa:

A avaliação externa é realizada pelos especialistas do Ministério da Educação, por meio de visitas à instituição para acompanhamento, verificação e apontamento da situação e das condições de oferta para:
– Renovação do reconhecimento do curso, avaliando seu Projeto Pedagógico, corpo docente, biblioteca, laboratórios, salas de aula, dentre outros aspectos.
-Renovação do credenciamento, avaliando o Plano de Desenvolvimento Institucional, a Responsabilidade Social, bem como as Políticas de Ensino, Pesquisa e Extensão, Gestão, a Infraestrutura Física, dentre outros.
Importante destacar que as considerações das Comissões Externas foram de extrema valia para reformulações e ações para a melhoria do cenário institucional, em suas diversas dimensões artísticas e educacionais.
Conceitos obtidos pela ESCH:
Autorização de curso: Conceito 5 (2007)
Reconhecimento de curso: Conceito 4 (2012)
Renovação de reconhecimento de curso: Conceito máximo 5 (2015)

  • Avaliação interna:

Avaliação Interna é um processo constante realizado pela CPA (Comissão Própria de Avaliação) visando identificar os aspectos positivos e frágeis, orientando e propondo medidas que contribuam para a melhoria da qualidade de toda estrutura e ações vinculadas ao ensino e à aprendizagem.
A CPA é o órgão responsável por avaliar todos os setores de atuação da Escola Superior de Artes Célia Helena, seus cursos e programas, corpo docente, biblioteca, secretaria, laboratórios especializados. A atuação da CPA está em conformidade a Lei 10.861/04 e tem a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica e da sociedade civil organizada. Seu trabalho é muito importante para nortear a tomada de decisão dos gestores acadêmico-administrativos da instituição. 
Anualmente, a consolidação das ações avaliadas e efetivadas constam de um relatório encaminhado ao Ministério da Educação e que contém em seu desenvolvimento de análise: 1) Introdução; 2- Metodologia; 3- Desenvolvimento; 4- Análise dos dados e das informações; e 5- Ações previstas com base na análise dos dados e das informações. 
Importante destacar que as ações implementadas para o aprimoramento de ensino, pesquisa e extensão, reorganização da equipe gestora e comunicação, assim como para o aprimoramento de infraestrutura foram, em parte, resultado das avaliações internas da CPA e externas da Comissões do MEC.
No ano de 2015, o planejamento da CPA teve como prioridade debruçar-se sobre os itens do Eixo 1: Planejamento e Avaliação Institucional e do Eixo 3: Políticas Acadêmicas, com o objetivo de impulsionar e de expandir: 
1) Ações voltadas para os estudos continuados e para a pesquisa, por meio da programação de cursos de pós-graduação lato sensu e de Mestrado Profissional em Artes da Cena. 
2) Desenvolvimento de programas de responsabilidade social com a comunidade do entorno e de perímetros geográficos distantes 
3) Otimização da comunicação com a sociedade por meio do site da escola e das redes sociais. 
Em 2016, conforme estabelecido pelo planejamento trienal, a CPA pautou-se pela avaliação do Eixo 3: Políticas Acadêmicas. Dimensão avaliativa 4: Comunicação com a sociedade e do Eixo 4: Políticas de Gestão. 
Em relação à comunicação com a sociedade, com o objetivo de dar mais visibilidade, transparência e acessibilidade às informações, a ESCH investiu em ações pontuais para tornarem mais eficazes a comunicação com a comunidade acadêmica e a sociedade, tais como: 
1) Qualificou a equipe responsável para a interface do site com seus usuários.
2) Ampliou a divulgação dos cursos e serviços oferecidos pela ESCH em novas mídias, proporcionando que mais jovens possam se qualificar no ensino superior. 
3) Para dialogar com os eventos e manifestações da sociedade, em diversas modalidades de ativismo, várias ações foram propostas para a interlocução entre sociedade e comunidade acadêmica sobre temas que mobilizaram e permearam reivindicações, em uma abordagem inclusiva que envolveu toda a comunidade acadêmica. Destaca-se o evento HeforShe, campanha internacional da ONU Mulheres para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres. A organização das atividades foi gerida pela ESCH e desenvolvida no Museu de Arte Moderna (MAM), sede do evento em São Paulo. 
Em relação às Políticas de Gestão houve um processo bem produtivo de avaliação de competência das pessoas versus cargo ou função exercida, que assegurou positivamente, de um lado maior comprometimento dos envolvidos, de outro, eficácia no cumprimento das obrigações profissionais.
Em 2017, destacou as ações avaliativas e metas concernentes ao Eixo 2: Desenvolvimento Institucional (em sua dimensão avaliativa 2.1: Missão institucional, metas e objetivos do PDI) e ao Eixo 5: Infraestrutura Física.
Em relação à Missão Institucional e às metas e objetivos do PDI, a ESCH expandiu suas ações para:
1) Preparar tecnicamente os atores para o exercício profissional para a atuação para câmera. 
2) Paralelamente, ampliou os programas de recepção e permanência de ex-alunos no âmbito acadêmico, com os programas de Aperfeiçoamento ao Acompanhamento de Processo Artístico (PAPA) e do Programa Regular de Orientação Artística (PROA).
Em relação à infraestrutura, adequação das salas/estúdio usadas para registro e gravações de audiovisual, implantação de cantina nos dois espaços da IES, expansão dos acessos ao Wi-Fi em todos os espaços da instituição.

 

REGULAMENTOS

 

ATOS AUTORIZATIVOS

Como é o curso?

Na faculdade de teatro, cinema e televisão Célia Helena você terá uma base prática e teórica como ator ou atriz, diretor de teatro, figurinista, cenógrafo, dramaturgo, entre outras atividades ligadas às Artes Cênicas.

Para estimular a prática da atuação, o Célia Helena promove ações diferenciadas e atividades complementares, além das disciplinas regulares, com o objetivo de incentivar os alunos a vivenciarem diferentes campos de atuação na prática.

grade de matérias contempla diversas disciplinas como Interpretação, Corpo, Voz, Jogos de Teatro, entre outros conteúdos que tornam a aula de teatro um espaço de permanente reflexão e experimentações.

A partir do segundo semestre, você participa dos Exames Abertos, que consiste na apresentação de uma peça aberta ao público. Essa montagem é o resultado dos estudos realizados ao longo de cada semestre com sua turma e a orientação dos professores.

O curso prevê, além das disciplinas regulares, estágio supervisionado e atividades complementares obrigatórias, com o objetivo de aproximar os alunos da realidade profissional e social, com aquisição de referências e de conteúdos abrangentes. Para reafirmar a investigação, a criatividade originária e a autonomia, incentiva os alunos a desenvolverem pesquisas na área de Iniciação Científica.

Quem são os professores? 

Na faculdade, você tem contato com professores de artes, teatro, cinema e televisão que compartilham suas experiências profissionais na prática da atuação na cena. Os artistas-pesquisadores que formam o corpo docente do Célia Helena têm destaque no mercado do Teatro, TV, Cinema e Performance.

Os professores realizam exercícios de improvisação, jogos dramáticos e montagens com foco no ensino de interpretação, entendendo a formação de ator e atriz como um processo pedagógico de responsabilidade social.

Onde acontecem as aulas?

espaço físico é constituído por ambientes adequados às aulas práticas e teóricas: dois Laboratórios de Artes para apresentações de alunos ao público externo, estúdio para aulas de Interpretação para Câmera, Laboratório de Informática, Sala de Estudos e Biblioteca.