Graduação em Teatro

teatro

Inscrições abertas!

Processos seletivos:
Dia 23/10 (sábado) – seletivo on-line, das 10h às 17h
Dia 24/10 (domingo) – seletivo presencial, das 14h às 19h

Na faculdade de teatro Célia Helena você terá uma base prática e teórica para trabalhar como atriz ou ator, diretor/a de teatro, figurinista, cenógrafo/a, dramaturgo/a, entre outras atividades ligadas às Artes Cênicas e poderá, cursando a Licenciatura, dar aulas no ensino básico de escolas públicas e particulares, além de atuar.

Além das disciplinas regulares, com o objetivo de incentivar os alunos a vivenciarem diferentes campos de atuação na prática, o Célia Helena promove ações diferenciadas e atividades especiais de formação artística, estágio supervisionado e atividades complementares obrigatórias para incentivar os alunos a desenvolverem pesquisas na área de Iniciação Científica.

A partir do segundo semestre, você participa dos Exames Abertos, que consiste na apresentação de uma peça aberta ao público. Essa montagem é o resultado dos estudos realizados ao longo de cada semestre com sua turma e a orientação dos professores.

Professores de artes como teatro, cinema, televisão, voz e corpo compartilham suas experiências profissionais com os alunos e alunas, realizam exercícios de improvisação, jogos dramáticos e montagens com foco no ensino de interpretação e são atuantes no mercado de trabalho das Artes da Cena.

O espaço físico é constituído por ambientes adequados às aulas práticas e teóricas: dois Laboratórios de Artes para apresentações de alunos ao público externo, estúdio para aulas de Interpretação para Câmera, Laboratório de Informática, Sala de Estudos e Biblioteca.

O Célia Helena dispõe de políticas próprias e externas de apoio ao estudante. Entre elas, programas federais como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – FIES. Para solicitá-lo, o aluno deve se inscrever diretamente no site do Ministério da Educação – MEC.

A ESCH tem ainda, como linha de ação, o desenvolvimento de práticas que possibilitem a continuidade dos estudos dos alunos formados e a atuação com competência nos segmentos da Arte por meio de seus cursos de pós-graduação lato sensu e Mestrado Profissional.

Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 3884-8294, WhatsApp (11) 94196-1553 ou pelo e-mail contato@celiahelena.com.br

LÍGIA CORTEZ

Lígia Cortez é atriz, diretora teatral, arte-educadora, professora e pesquisadora. Graduou-se em Arte-Educação (Licenciatura) e é doutoranda no programa de pós-graduação em Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, sob orientação do Prof. Dr. Jorge Mattos Brito de Almeida. Coordenou as atividades teatrais do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM (1999 a 2010) e a implantação de atividades artísticas em instituições do terceiro setor (Fundação Gol de Letra; Arte Despertar e POF). Em teatro, como atriz, integrou o Grupo de Teatro Macunaíma e ganhou o Prêmio APCA na categoria de atriz revelação por “Nelson 2 Rodrigues”, sob a direção de Antunes Filho. Ganhou o prêmio Mambembe 99, na categoria atriz coadjuvante por “Cacilda!”, texto e direção de Zé Celso Martinez Corrêa no Teatro Oficina; Foi indicada ao Prêmio Shell de melhor atriz por “A entrevista”, de Samir Yazbek e, em 2013, pela peça “A dama do mar”, de Susan Sontag, com direção do americano Bob Wilson. Dirigiu “Um céu de estrelas”, adaptação do livro de Fernando Bonassi, (prêmio Jornada SESC de Teatro de 1996), e “Estrelas do Orinoco”, de Emilio Carballido, no CCBB. Em televisão atuou na TV Globo nas novelas: “Esperança”, de Benedito Ruy Barbosa, “Páginas da Vida”, de Manoel Carlos, “Sete Pecados”, de Walcyr Carrasco, “Ana Raio e Zé Trovão”, de Marcos Caruso. Em cinema, participou dos longas-metragens “Vida de menina”, da diretora Helena Solberg, “A causa secreta” e “Cronicamente inviável”, do diretor Sérgio Bianchi, “O Príncipe”, do diretor Ugo Giorgetti, “Bonitinha, mas ordinária”, de Moacir Góes, além de vários curtas-metragens.

DR. DAVES OTANI

Ator e professor, é também diretor teatral. Doutor (2012) em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na área de Interpretação Teatral, mestre em Artes (2005) e bacharel em Artes Cênicas pela mesma universidade (1996). Atualmente é coordenador de graduação e coordenador geral de pós-graduação da Escola Superior de Artes Célia Helena – compôs a equipe de submissão do Mestrado Profissional em Artes da Cena da instituição e coordenou a implantação do curso.

Desde 2010, é professor da mesma instituição no curso de Bacharelado em Teatro, onde é responsável pelas disciplinas “Jogos e Pedagogia Teatral” e “Improvisação”. É responsável pelas disciplinas “Fundamentos da Direção e Atuação” e “Temas Especiais em Estética e Filosofia” na pós-graduação lato sensu em Direção e Atuação e pela disciplina “Poéticas da cena: conceitos e trajetórias” no Mestrado.

Orienta trabalhos de conclusão de curso prático-teóricos em iniciações científicas na graduação, nas pós-graduações lato sensu e no Mestrado. É um dos fundadores do grupo de pesquisa cênica Boa Companhia, onde trabalhou por mais de 20 anos como ator e gestor, também como iluminador e professor em workshops e cursos ligados a linguagem do grupo; dirigiu, em parceria com Eduardo Osorio, o espetáculo “Portela, Patrão; Mário, Motorista” (2009), produzido pela Boa Companhia. Atuou no espetáculo “Primus” (1999) por de 17 anos, produzido pela Boa Companhia e que esteve no exterior (Alemanha, Rússia, Marrocos, Portugal) e em diversos Estados do Brasil.

Tem experiência na área de Artes/Teatro, com ênfase em Interpretação e Improvisação Teatral, atuando principalmente nos seguintes temas: improvisação, interpretação, espetáculo teatral, jogos e pedagogia teatral.

ME. SIMONI BOER

Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas/Unicamp (1990), especialização em Arte Integrativa pela Universidade Anhembi Morumbi (2007) e mestrado em Comunicação Contemporânea pela Universidade Anhembi Morumbi (2013). É atriz de teatro, tendo trabalhado com Neyde Veneziano, Gianni Ratto, Jandira Martini, Eduardo Tolentino de Araújo e Marco Antônio Rodrigues, entre outros. Ministrou aulas e encenou um espetáculo como professora convidada da Escola Superior de Educação de Coimbra, em Portugal (2010). Tem experiência de mais de 18 anos no ensino superior teatro, com ênfase em Formação do Ator, Interpretação e Direção Teatral.

Desde 2010, é professora da mesma instituição no curso de bacharelado em Teatro. É responsável pelas disciplinas Fundamentos da Interpretação e Interpretação. Orienta trabalhos de conclusão de curso prático-teóricos nas pós-graduações lato sensu e iniciações científicas na graduação.

Avaliação externa:

A avaliação externa é realizada pelos especialistas do Ministério da Educação, por meio de visitas à instituição para acompanhamento, verificação e apontamento da situação e das condições de oferta para:

Renovação do reconhecimento do curso, avaliando seu Projeto Pedagógico, corpo docente, biblioteca, laboratórios, salas de aula, dentre outros aspectos.

Renovação do credenciamento, avaliando o Plano de Desenvolvimento Institucional, a Responsabilidade Social, bem como as Políticas de Ensino, Pesquisa e Extensão, Gestão, a Infraestrutura Física, dentre outros.

Importante destacar que as considerações das Comissões Externas foram de extrema valia para reformulações e ações para a melhoria do cenário institucional, em suas diversas dimensões artísticas e educacionais.

Conceitos obtidos pela ESCH:

Autorização de curso: Conceito 5 (2007)

Reconhecimento de curso: Conceito 4 (2012)

Renovação de reconhecimento de curso: Conceito máximo 5 (2015)

Avaliação interna:

Avaliação Interna é um processo constante realizado pela CPA (Comissão Própria de Avaliação) visando identificar os aspectos positivos e frágeis, orientando e propondo medidas que contribuam para a melhoria da qualidade de toda estrutura e ações vinculadas ao ensino e à aprendizagem.

A CPA é o órgão responsável por avaliar todos os setores de atuação da Escola Superior de Artes Célia Helena, seus cursos e programas, corpo docente, biblioteca, secretaria, laboratórios especializados. A atuação da CPA está em conformidade a Lei 10.861/04 e tem a participação de todos os segmentos da comunidade acadêmica e da sociedade civil organizada. Seu trabalho é muito importante para nortear a tomada de decisão dos gestores acadêmico-administrativos da instituição. 

Anualmente, a consolidação das ações avaliadas e efetivadas constam de um relatório encaminhado ao Ministério da Educação e que contém em seu desenvolvimento de análise: 1) Introdução; 2- Metodologia; 3- Desenvolvimento; 4- Análise dos dados e das informações; e 5- Ações previstas com base na análise dos dados e das informações. 

Importante destacar que as ações implementadas para o aprimoramento de ensino, pesquisa e extensão, reorganização da equipe gestora e comunicação, assim como para o aprimoramento de infraestrutura foram, em parte, resultado das avaliações internas da CPA e externas da Comissões do MEC.

No ano de 2015, o planejamento da CPA teve como prioridade debruçar-se sobre os itens do Eixo 1: Planejamento e Avaliação Institucional e do Eixo 3: Políticas Acadêmicas, com o objetivo de impulsionar e de expandir: 

1) Ações voltadas para os estudos continuados e para a pesquisa, por meio da programação de cursos de pós-graduação lato sensu e de Mestrado Profissional em Artes da Cena. 

2) Desenvolvimento de programas de responsabilidade social com a comunidade do entorno e de perímetros geográficos distantes 

3) Otimização da comunicação com a sociedade por meio do site da escola e das redes sociais. 

Em 2016, conforme estabelecido pelo planejamento trienal, a CPA pautou-se pela avaliação do Eixo 3: Políticas Acadêmicas. Dimensão avaliativa 4: Comunicação com a sociedade e do Eixo 4: Políticas de Gestão. 

Em relação à comunicação com a sociedade, com o objetivo de dar mais visibilidade, transparência e acessibilidade às informações, a ESCH investiu em ações pontuais para tornarem mais eficazes a comunicação com a comunidade acadêmica e a sociedade, tais como: 

1) Qualificou a equipe responsável para a interface do site com seus usuários.

2) Ampliou a divulgação dos cursos e serviços oferecidos pela ESCH em novas mídias, proporcionando que mais jovens possam se qualificar no ensino superior. 

3) Para dialogar com os eventos e manifestações da sociedade, em diversas modalidades de ativismo, várias ações foram propostas para a interlocução entre sociedade e comunidade acadêmica sobre temas que mobilizaram e permearam reivindicações, em uma abordagem inclusiva que envolveu toda a comunidade acadêmica. Destaca-se o evento HeforShe, campanha internacional da ONU Mulheres para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres. A organização das atividades foi gerida pela ESCH e desenvolvida no Museu de Arte Moderna (MAM), sede do evento em São Paulo. 

Em relação às Políticas de Gestão houve um processo bem produtivo de avaliação de competência das pessoas versus cargo ou função exercida, que assegurou positivamente, de um lado maior comprometimento dos envolvidos, de outro, eficácia no cumprimento das obrigações profissionais.

Em 2017, destacou as ações avaliativas e metas concernentes ao Eixo 2: Desenvolvimento Institucional (em sua dimensão avaliativa 2.1: Missão institucional, metas e objetivos do PDI) e ao Eixo 5: Infraestrutura Física.

Em relação à Missão Institucional e às metas e objetivos do PDI, a ESCH expandiu suas ações para:

1) Preparar tecnicamente os atores para o exercício profissional para a atuação para câmera. 

2) Paralelamente, ampliou os programas de recepção e permanência de ex-alunos no âmbito acadêmico, com os programas de Aperfeiçoamento ao Acompanhamento de Processo Artístico (PAPA) e do Programa Regular de Orientação Artística (PROA).

Em relação à infraestrutura, adequação das salas/estúdio usadas para registro e gravações de audiovisual, implantação de cantina nos dois espaços da IES, expansão dos acessos ao Wi-Fi em todos os espaços da instituição.

O Célia Helena dispõe de políticas de apoio ao estudante. Entre elas, programas federais como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior – FIES. Para solicitá-lo, o aluno deve se inscrever diretamente no site do Ministério da Educação – MEC.